sexta-feira, 3 de julho de 2015

ORATÓRIA NAS ESCOLAS

Aluno Oséias Matiasso é Campeão Regional do concurso Oratória nas Escolas


"O clima é de comemoração na Escola Básica Municipal Padre José Anchieta. O estudante do 9º ano, Oséias Matiasso, garantiu o 1º lugar na fase estadual do Projeto Oratória nas Escolas e representará Santa Catarina na etapa nacional, que acontecerá em outubro em São Paulo".

Escola muito bem representada
 em Florianópolis.
     O clima é de comemoração, pois a conquista  de Oséias tem enchido de orgulho todos os profissionais da escola. Para o professor Jairo Francisco dos Santos, orientador do orador, as conquistas do aluno vão muito além do troféu de 1º lugar. "O ganho para os alunos envolvidos nestes tipos de atividades vão muito além dos prêmios, pois são momentos únicos de reflexões sobre  a sociedade em que vivemos e de aprendizado da articulação das palavras através do discurso", comenta o professor.  
Oséias representará Santa Catarina
na etapa Nacional.
     A final da etapa Regional foi realizada em Florianópolis nos dias 27 e 28 de junho, no Encontro Regional de Junior Chamber Internacional (JCI).
       Oséias foi o vencedor municipal na edição 2014 do projeto em Chapecó, onde participaram 21 alunos das Escolas municipais, vencedores de suas respectivas instituições de ensino. O discurso foi sobre "Como eu combato a corrupção"
      Para a etapa regional o tema mudou. O discurso proposto foi "Minha cidade precisa de mim, qual é o meu papel?".

Oséias com o troféu de 1º lugar da etapa Regional
 do concurso Oratória nas Escolas 2015.

     O projeto é desenvolvido em Chapecó pela iniciativa da JCI, em parceria com a prefeitura de Chapecó. A escola recebeu o apoio incondicional das madrinhas Maria Tereza e Lianara. A final nacional do concurso está marcada para o mês de outubro em São Paulo.

Oséias e o professor orientador Jairo Francisco dos Santos.

terça-feira, 30 de junho de 2015

FESTA JUNINA

VIVA SANTO ANTÔNIO, SÃO PEDRO E SÃO JOÃO!!!!


"Prá dançar quadrilha no sertão é mais mió
sanfoneiro e violeiro tomam conta do forró
não precisa orquestra pra animar a festa
o fungado da sanfona vai-se até o nascer do sol
Toca o fole na palhoça como é bom São João na roça".


Imagem ilustrativa.
     Foi com muito carinho e expectativa que os alunos, professores, pais e familiares pensaram e prepararam a FESTA JUNINA deste ano. 
   As festividades começaram com uma gincana de arrecadação de produtos para a confecção do e brindes para a pesca. A turma que mais contribuiu e que foi a vencedora foi a turma 21 da professora Mery, que terá como prêmio um passeio ao Shopping Pátio Chapecó, com direito a uma sessão de cinema com pipoca.

Animação no "Arraiá do Anchieta".
    O arraiá foi organizado com muitas brincadeiras, comidas típicas, pescarias, e apresentações artísticas.
         
Pescaria garantida.
"Ai como é difícil a vida de pescador".

     As apresentações no arraiá iniciaram com uma bela performa da Turma 91. Com a coordenação da professora Nadja, os alunos montaram uma dança da quadrilha diferente: misturaram ritmos e músicas de diferentes épocas conseguindo um resultado único e muito engraçado, deixando o público na expectativa daquilo que viria.

Alunos do 9º ano apresentando a "Quadrilha".
     Como segunda apresentação da tarde, os alunos da turma 31 da professora Marli, apresentaram o desafio "Maricota dos rabichos".


Turma 31 apresentando o desafio
"Maricota dos rabichos".


"O baile lá na roça foi até o sol raiar
A casa tava cheia mal se podia andar
Estava tão gostoso aquele reboliço
Mas é que o sanfoneiro só tocava isso".

     Como terceira apresentação, os alunos das turmas 21 e 22, coordenados pelas professoras Nalva e Mery apresentaram a dança "O sanfoneiro só tocava isso".

Turmas 21 e 22 apresentando a dança
"O sanfoneiro só tocava isso".

"É na sola da bota 
é na palma da mão
Bota um sorriso na cara
e manda embora a solidão".

     Foi num clima festivo que os alunos do programa "Mais Educação", com a coordenação da professora Graciele e da monitora Sabrina, apresentaram uma coreografia da música "É na sola da bota".

Alunos do Programa Mais Educação apresentando a coreografia
 da música "É na sola da bota".

     É meus filhos, que bom que teve casamento!!! Graças a Deus!!! Os alunos da turma 62, com a coordenação da professora Margarete abrilhantaram nossa festa com o casamento caipira.

Alunos da turma 62 apresentando o "Casamento caipira".

     Como última apresentação no "Arraiá do Anchieta", os alunos do programa "Mais Educação", com a coordenação da monitora Fernanda, apresentaram a dança do pau de fita.
Alunos do Programa Mais Educação apresentando a
"Dança do Pau de fita"
.
E TEVE MUITO MAIS...
A "noiva" e a "outra".
Alunos  roubando a cena.


Muita alegria, diversão e amizade...

"Já tamo no mês de junho
Que é um mês de diversão
É o mês de Santo Antônio
De São Pedro e São João.

É o mês de vinho quente
Da pipoca e do quentão
Pra evitar acidentes
Não vamos soltar rojão..."

segunda-feira, 29 de junho de 2015

TRABALHO INTERDISCIPLINAR

Memórias, Anne Frank, II Guerra Mundial

     A frieza da Sociedade tem preocupado muito nos dias de hoje e poucos sabem ao certo o que fazer para resgatar valores que foram deixados de lado em algum momento da vida.
    Assuntos relacionados à II Guerra Mundial são sempre foco de discussão e dúvidas, pois mexem com o pensamento de todos e levam o leitor ou ouvinte a um mundo em que na maioria das vezes é conhecido apenas por filmes ou pelo que a mídia passa, e muitas vezes oculta a real causa e verdade dos fatos.

Projeção de slide para apresentar a proposta
do trabalho interdisciplinar.
     Diante dos acontecimentos atuais da sociedade, os professores Diego André Fiore da Silva (Professor de Língua Portuguesa) e Iraci Maciel (Professora de História) pensaram de forma interdisciplinar  em realizar um estudo com os alunos das turmas 81 e 82. "Procuramos realizar um trabalho que envolvesse a II Guerra Mundial e os relatos de memórias conhecidos na atualidade por motivo da Guerra, como o Diário de Anne Frank", diz o professor Diego.


     Nas aulas de Língua Portuguesa os estudantes compreenderam as formas de como uma pessoa pode relatar suas memórias, conheceram a história de Anne Frank, com documentário e filme, visualizaram uma moeda nazista de 1942 para se aproximar daquela realidade, e debateram esse assunto entre si.

Foto de Anne Frank na exposição do trabalho.

    Com todas as informações claras e com as dúvidas respondidas, chegou o momento das produções dos alunos. A produção de textos, foi coordenada pelo professor Diego e ocorreu em pequenos grupos.  "Está atividade fez com que os estudantes tivessem a liberdade de criar um texto crítico sobre a II Guerra Mundial. O preconceito e a discriminação, as guerras e os problemas que a sociedade atual enfrenta. A produção dos trabalhos foi positiva, pois houve empenho e participação de todos os alunos", pontua o professor. 

TRABALHOS DESTAQUES DE CADA TURMA :

Memórias, Anne Frank, II Guerra Mundial

     A Segunda Guerra Mundial foi um conflito envolvendo quase todos os países do mundo, tendo início em 1939 e chegou ao fim no ano de 1945.
     Os discriminados eram os judeus, deficientes físicos, ciganos e homossexuais, mas principalmente os judeus por motivo de sua religião. Todos eles eram levados para campos de concentração onde eram obrigados a trabalhar, passavam fome e adoeciam. Podemos citar o exemplo de Anne Frank, que foi a autora do diário mais conhecido do mundo, ela era judia e por isso teve que ficar escondida em um sótão com sua família e outras pessoas. Eles permaneceram escondidos durante dois anos até que foram encontrados por soldados e levados para campos de concentração diferentes.
     Hoje em dia não temos nenhuma guerra declarada entre países, porém temos outros tipos de guerra, por exemplo, as doenças (dengue, câncer, HIV, H1N1...), também temos guerra contra a violência, drogas, preconceito, fome, pobreza, etc.
     Na nossa sociedade atual, ainda temos muitas formas de discriminação, como a religião, a cor da pele, opção sexual, classes mais baixas...
    Podemos combater a discriminação tendo nossas mentes mais abertas, pois somos todos iguais, mas com ideias diferentes.
    Pensamos que este trabalho foi muito educativo e concluímos que guerra não leva a nada, só a morte e tristeza.
     Então vamos amar as pessoas como se não houvesse amanhã.
Autoras: Gabrielly Ramalho, Juliana Debus, Samanta Machado (Turma 82)


Produções de textos criadas a partir da realização
 das pesquisas históricas na internet.



Memórias, Anne Frank, II Guerra Mundial

      A Segunda Guerra Mundial teve início no ano de 1939. A principal causa foi por que os alemães queriam eliminar todos os judeus da face da Terra. Qualquer pessoa que tivesse um parentesco com um judeu seria levado para um campo de concentração para ser morto.
     Havia muita discriminação naquele tempo, principalmente com quem era judeu. A família de Anne Frank foi vítima dessa discriminação, porém eles tinham amigos com quem podiam contar. Eles se esconderam por dois anos, mas infelizmente os soldados nazistas os encontraram e os levaram para o campo de concentração.
     Hoje em dia temos algumas “guerras”, as pessoas lutam contra as doenças, por exemplo, a AIDS, o câncer, etc. Mas também há pessoas que lutam pelos seus direitos, direito a um bom emprego, a uma boa saúde e educação.
    Nos dias de hoje existem muitas formas de discriminação, umas por classe social, cor, religião, sexualidade ou até pelo seu lugar de origem. As pessoas discriminam as outras por que se acham superiores a elas, mas na verdade ninguém é melhor ou pior que alguém.
    Se todo mundo colaborar ou ignorar seu racismo e seu preconceito, podemos muito bem combater a discriminação. Não custa nada deixarmos o nosso orgulho de lado e aceitar as pessoas como elas são independente de sua cor, etnia, classe social ou religião.
    Nós consideramos tudo o que escrevemos anteriormente como uma lição de moral, para que nós possamos refletir e começarmos a agir e pensar diferente diante das pessoas diferentes de nós.
Autoras: Andressa B. dos Santos, Caroline de Oliveira Ribas (Turma 81)


     Já nas aulas de História, com a utilização dos UCAs, os alunos  desenvolveram uma pesquisa sobre o que foi a II Guerra Mundial.  "Com intuito de tornar os alunos pesquisadores e críticos, trabalhamos os resultados da pesquisa para uma explicação com exposições de ideias, opiniões e argumentos, fazendo uma comparação com a sociedade atual em que cada educando vive", comenta a professora Iraci Maciel.

Cartazes com temas sobre preconceito,  racismo e discriminação.

Criatividade e a preocupação dos alunos com a
mensagem que gostariam de passar.

      Sob coordenação da Professora Iraci, as duas turmas desenvolveram cartazes com temas sobre o preconceito, o racismo e a discriminação. A forma desenvolvida, a criatividade e a preocupação dos alunos com a mensagem que gostariam de passar foi reconhecida pelos professores e valorizada. Em meio aos desenhos e escritas, a professora de história, coordenava e relacionava elementos históricos da Guerra contextualizando com a realidade, tornando o momento uma imersão de conhecimento e troca de experiências.


O aprofundamento da língua de Anne Frank
também fez parte das aulas.
     Ao término dos cartazes, os alunos contribuíram com os professores na exposição dos trabalhos. Houve a preocupação em deixar claros os objetivos que eram sobre a discriminação e o preconceito. Para a Professora Iraci, os objetivos foram todos alcançados, "Conseguimos por meio interdisciplinar trabalhar o preconceito e a discriminação exemplificando a II Guerra Mundial. Como um dos propósito em História é formar alunos pesquisadores, acredito que com o auxilio dos laptops (UCAs) conseguimos orientar e desenvolver uma pesquisa significativa", comenta a educadora.


Painel confeccionado pelos alunos.

    O Professor Diego avalia como válido o trabalho e seus resultados, "Ao mesmo tempo em que conseguimos trabalhar textos e o proposto curricular, houve a interação e a amizade com os alunos, pois trabalhos com essa metodologia aproximam mais professores e estudantes. Não custa nada mudarmos nossos hábitos e condutas para tornar nossa escola um local em que possamos sempre aprender os bons valores, com as trocas de experiências e com construção de amizade", conclui o professor. 


Alunos do 8º ano com as produções da turma.

terça-feira, 2 de junho de 2015

MAIO AMARELO

Atenção pela vida 

     Maio amarelo é um movimento Internacional de conscientização para a redução de acidentes no trânsito, que nasceu no Brasil em maio de 2014.  Este movimento tem como objetivo colocar em pauta para a sociedade  o tema trânsito voltado para a segurança e preservação da vida.
      Como a ONU (Organização das Nações Unidas), decretou a Década de Ações para a Segurança no Trânsito (2011 - 2020), em 11 de maio de 2011, as ações são sempre realizada em maio em todo mundo. 
Slogan da campanha.
     Com o intuito de estimular a participação dos alunos nesta campanha, a E.B.M. Padre José Anchieta, participou do Concurso Escolar "Maio Amarelo", organizado pela Defesa do Cidadão/Secretaria de Educação de Chapecó.
    


     
            Durante a última semana do mês de maio, a escola realizou diferentes atividades de Relevância Social, de que trata o concurso. 


Símbolo da Campanha.
Laço amarelo desenhado com as mandalas. Simboliza algo a se engajar.
    Dentre as atividades desenvolvidas, destaca-se a confecção de mandalas com a predominância da cor amarela. "Como o concurso deixava a critério da escola definir o tipo de atividade que iria desenvolver, optei em trabalhar na criação de mandalas para serem entregues aos motoristas juntamente com os folders da campanha elaborado pela Secretaria de Defesa do Cidadão", diz Eliane Costa Curta, professora de Arte.

Professora Eliane Costa Curta e alunos
confeccionando as mandalas.

O principal objetivo foi atingido:
 "O envolvimento dos alunos na campanha".

Alunos confeccionando as mandalas.
     Após produzir as mandalas, os alunos da 6ª Série, com a supervisão da Coordenadora Pedagógica, Margarete Tecchio e da Professora Eliane Costa Curta, fizeram uma blitz em frente da escola para distribuir o material da campanha. 


Momento de interação dos alunos e os motoristas.
    
  "Adoramos a receptividade dos motoristas que nos receberam prontamente. Foram todos educados e receptivos às orientações e informações fornecidas. Nossos alunos ficaram empolgados, pois de uma forma simples, contribuíram para termos um trânsito mais humano", comenta a Margarete.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Jogos Escolares

ATENÇÃO E CONCENTRAÇÃO

"Xadrez é uma das práticas esportivas que concentração é uma das características necessária para competir".

     Na última quarta-feira, dia 20 de maio, a E.B.M. Padre José Anchieta participou dos JESC (Jogos Escolares Fase Municipal/Micro-Regional, 12 à 14), na modalidade do Xadrez.

Os alunos Claiton, João Vitor e Taisra membros da equipe de Xadrez.
     Não faltou paciência e concentração para encarar os jogos. Em disputa, estava uma vaga para a fase regional dos Jogos Escolares de Santa Catarina (JESC), na modalidade de Xadrez. Durante quatro horas, 23 estudantes das escolas municipais, estaduais e particulares de Chapecó e Cordilheira Alta, participaram da fase Micro-Regional masculino e feminino da modalidade. A escola foi representada pela equipe de Xadrez formada pelos alunos Claiton Pablo Vespasiano e João Victor de Brito, na naipe masculina e a aluna Taisra Mixisane Felippi, na naipe feminina. Os alunos tiveram a supervisão e a orientação da professora Nadja Eberle, professora de Educação Física da escola. " A nossa escola ensina todos os esportes e o xadrez é um dos esportes contemplados no nosso currículo e que as crianças adoram", diz Nadja ao reporte do Jornal Folha de Chapecó.

Professora Nadja concedendo entrevista
 ao jornal Folha de Chapecó.

     Para os alunos da escola, este foi o primeiro contato em uma competição oficial. Os resultados foram mais que satisfatório: 3º Lugar no masculino e no feminino por equipe e a aluna Taisra conquistou o 3º lugar individual no feminino.

Professora Nadja e aluna Taisra.
Professora Nadja integrando os alunos da E.B.M Padre José Anchieta
 com os Alunos da E.E.B. Luisa Santin.

    PARABÉNS EQUIPE DE XADREZ DA ESCOLA!!!!

       

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Praticando a caridade

Amar a Deus é amar o próximo

“Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: hoje realizei um gesto de amor pelos outros! A verdadeira riqueza não está nas coisas, mas no coração”.
(Papa Francisco)

Voluntárias dando e recendo afeto.

     Que a palavra caridade pode ser entendida como um sentimento ou uma ação altruísta de ajuda a alguém sem  busca de qualquer recompensa, podendo ainda ser entendida como benevolência, bom coração, compaixão, afeto e amorO que a grande maioria de nós não sabemos é como transformar este conceito em uma  ação efetiva.
      Na tarde chuvosa do dia 26 de maio, a E.B.M Padre José de Anchieta foi surpreendida por uma visita notável que veio dar um exemplo da prática da caridade, caracterizando a essência boa do ser humano. Trata-se da visita do grupo de voluntárias "Servir com alegria".
     

Cachecol, luvas, coletes, blusas e toucas confeccionadas
pelo grupo de voluntárias "Servir com alegria".

     O grupo de senhoras aposentadas, criado a mais de sete (07) anos e que fazem questão de se manter no anonimato, tem no trabalho voluntariado um propósito de vida. Se encontram semanalmente nas suas residências para confeccionarem roupas de lã para serem doadas as crianças. "Não estamos distribuindo apenas uma peça de roupa. Enquanto estamos fazendo uma blusa, uma touca, um cachecol, um colete; ficamos imaginado a criança que vai usar. Acredito que estamos transmitindo um sentimento de amor ao próximo", diz uma membra do grupo.


 
  O grupo conta hoje com 10 voluntárias e recebem ajudas diversas para conseguirem as lãs para produzirem as peças de roupas. "No início o grupo se organizou para comprar as lãs, porém hoje recebemos doações da comunidade. Meu neto, por exemplo, na festa de aniversário solicitou aos convidados que ao invés de presentes trouxessem novelos de lãs. Ficamos surpresas com esta atitude", comenta uma das voluntárias.



Modelitos exclusivos.


     As crianças que foram agraciadas com os vestimentos ficaram agradecidas e com certeza bem mais aquecidas  neste inverno.  Mas o principal de tudo foi o ensinamento deixado por este simpático grupo de senhoras, que dedicam uma parte de suas vidas para seguir o exemplo que Jesus Cristo nos ensinou "Amarás o teu próximo como a ti mesmo".



"Fica sempre um pouco de perfume,
nas mãos que oferecem rosas,
nas mãos que sabem ser generosa...".


Integrantes do grupo "Servir com Alegria".

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CARTÃO POSTAL

Me manda notícia do lado de lá...


“Não resta dúvida que receber um cartão-postal tem muito mais valor sentimental do que fazer um upload de uma foto!”

Imagem ilustrativa.

Nos dias de hoje, é impossível imaginar a vida sem telefones com câmeras e aplicativos  de viagens, bem como a câmera digital, que está sempre pronta e disponível. No entanto, a menos de 50 anos atrás não havia opção de tirar uma foto e imediatamente enviá-la para todos seus amigos.
Embora na sociedade tecnológica de hoje o cartão-postal tenha sido pouco a pouco substituído pelo Facebook, Twitter e as mais diferentes redes sociais, ele ainda mantém uma espécie de romantismo vigente. 

Cartão postal enviado pelo aluno Yuri par a colega Jaqueline.
Aproveitando que a E.B.M Padre José Anchieta está trabalhando  o projeto “Não custa nada”, que tem como intuito despertar nos educandos a percepção do outro, fazendo com que o mesmo perceba as coisas boas  que a vida proporciona e que são de graça, a professora de Arte, Simone Maria Strehl Vettorello, desenvolveu com alunos da turma 41 e 42 um estudo sobre a Arte  Postal. "Apesar de contarmos com as inovações tecnológicas, quis oportunizar a meus alunos a sensação de perceber a chegada do carteiro e receber um cartão-postal. Pois esta sensação ainda emociona, sendo um agradável presente para um amigo querido", diz a professora.

Aluna Mariane da turma 42 confeccionando o cartão-postal.

Para desenvolver o trabalho, primeiramente foi exposto o conteúdo e o seu respectivo conceito através  de imagens com auxílio da data show. "Foi um rico debate, pois os alunos participaram colocando seus conhecimentos sobre o assunto", comenta Simone.
 Em seguida foi  explicado como a atividade iria acontecer. Através de um sorteio ficou definido para quem cada aluno iria mandar o cartão-postal.


Aluno Guilherme Dutra sorteando o amigo para enviar o Cartão-Postal.
 A professora solicitou ainda que os alunos pedissem aos pais os endereços (através de um bilhete). "Quando eles descobriram que iriam mandar e receber um cartão-postal, notei uma grande motivação por parte dos alunos", comenta a professora.



Aluno Eduardo da turma 42.

Nas aulas seguintes, iniciou-se a confecção do cartão postal. Foi distribuído aos alunos um modelo para aguçar a criatividade, e em seguido confeccionou-se o cartão-postal que iriam enviar.


Oficina de criação do Cartão-Postal.

 Num primeiro momento criou-se a mensagem e depois a sua arte, que foi pintada com giz pastel oleoso e aquarela.


Arte Postal com a mensagem.


 Assim que os alunos ião trazendo os endereços, com a ajuda da professora os cartões-postais foram sendo endereçados e entregues para a Gestora da escola, Claudia Amanda Morozo, que levou até os correios. "Confesso que fiquei emocionada levando os cartões para serem postados no correio. Pois já faz algum tempo que não enviava ou recebia um cartão-postal. Até mesmo o atendente do correio ficou encantado com o trabalho.Parabéns a professora Simone por esta iniciativa!", ressalta Claudia.




Alguns alunos já estão recebendo os cartões. “Quando recebem os cartões, os alunos trazem para a escola e mostram orgulhosos. É nítida em suas expressões a alegria em receber a arte e a mensagem de seus amigos”, finaliza a professora Simone.


Satisfação total da aluna Beatriz apresentando
 o cartão recebido aos colegas.